Terça-feira, 31 de Agosto de 2004

Primeiro...

Cheguei primeiro,
não o primeiro a entrar em ti,
não o primeiro em possuir-te,
mas tão somente o primeiro a aplaudir-te.

autor: Jorge Assunção
2004 / 04 / 01
in Shrine of Hypnos - Comments
publicado por Jorge dAlfange às 09:52
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Sábado, 28 de Agosto de 2004

Sou...

Sou quem procuras...
Aqui e ali, de A a Z, sou eu.
Sou muitos...
não só mas solitário,
encontro e desencontro,
o muito, ou o pouco.
Sou eu...!


autor: Jorge Assunção
2004 / 03 / 28
in: Shrine of Hypnos - Comments
publicado por Jorge dAlfange às 15:33
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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2004

Palavras doidas...

Quem sente necessidade de escrever,
sente vontade de amar...
de se masturbar... internamente...

Em palavras soltas, doidas...
ora lentas, ora rápidas,
mas sempre excitantes...
Carregadas de sentimento!


autor: Jorge Assunção
2004 / 03 / 26
in Shrine of Hypnos - Comments
publicado por Jorge dAlfange às 10:18
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Terça-feira, 24 de Agosto de 2004

Outras Palavras - I

...Toda a gente
partilha e faz, sem o saber...
Coisas que só o Poeta...
É capaz de entender!...


( autor: Johann Wolfgang Goethe )
in: FAUSTO - Obra terminada em 1831.
publicado por Jorge dAlfange às 09:55
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Domingo, 22 de Agosto de 2004

Vaidades...

Tanta beleza...
em ave de rapina
só pode ser ruim...

Perde o bico...
dignidade de guilhotina
Morre faminta no capim!

Jorge Assunção
20/08/04
in Versejar
publicado por Jorge dAlfange às 13:02
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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2004

Vaidade narcisista...

Gosto dessa imagem...
não a que lhe dá origem...

A reflectida é superior,
tem mais luz e cor.
Rosto límpido, olhos brilhantes.
Postura altiva...
raiando o sarcástico.

Vai assim troçando...
da vida e dos outros...

Gosto dessa imagem...
impressa no espelhado!
Separam-na do real,
escassos milímetros apenas.

Por de trás do cristal...
Gosto dessa imagem...



Jorge Assunção
2004 / 08 / 20
in Versejar
publicado por Jorge dAlfange às 22:51
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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2004

Arco e flecha...

Retesando o cabo,
se contorce o arco.
Apronta-se o dardo.
Focado o alvo...
imagine-se o leopardo.

A dor é fictícia...
é estática a morte.
O alvo centrado,
sai o dardo...
encontrando seu norte!

Jorge Assunção
2004 / 08 / 17
in Versejar
publicado por Jorge dAlfange às 11:43
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Terça-feira, 17 de Agosto de 2004

Irrita-me...

Irrita-me...
A justiça dos injustos.
A cega realidade dos ávaros.
Partituras estridentes
de surdo-mudos.

Cansa-me...
fazer-lhes frente.
Desmascarar cada um deles.

Irrita-me
a injustiça
...irrita-me!

Irritam-me cegueiras diurnas!
Mais ainda...
traças noctâmbulas.

Irrita-me...
o estado nímio da opressão.
Clamo liberdades
esquecidas e cláudicas.

Irrita-me...
falsas clarinadas
...irrita-me!


( Versão integral )
autor: Jorge Assunção
2004 / 06 / 22
in Tou no Top
publicado por Jorge dAlfange às 01:17
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Sábado, 14 de Agosto de 2004

Pensei em partir, mas fico...

Meus amigos ,
não sei quando volto a escrever !
Cansei de tanto clicar.
Dói-me a ponta dos dedos,
tanto que nem consigo pensar!

É a dor de ficar,
tanta como de ir.
De nada serve implorar,
pois tenho de partir.

Dei-vos a ler um pouco de mim.
Falei-vos de raiva e rancor.
P'lo meio disse assim.
Deixei-vos palavras de Amor

Estou cansado.
Preciso de parar.
Posso estar errado.
Mas um dia vou voltar!


Beijos e Abraços

Jorge Assunção

Nota: Estava precisamente a publicar este artigo,
quando reparei, no comentário do Ruca, que diz assim:

Não se falha por tentarmos vezes sem conta
sem conseguir,não se falha por acreditar num sonho
e lutar por ele com todas as nossas forças
mesmo sabendo que não passa de um sonho ,
falha-se sim no momento em que desistimos de tentar...
Bom fim de semana... :) Um abraço

Obrigado Ruca, hoje foste a minha pedra basal!

Um Forte Abraço

Jorge ( Bond ) Assunção
publicado por Jorge dAlfange às 00:01
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Texto no original...

 Meus amigos , não sei quando volto a escrever !


Cansei de tanto clicar.


Dói-me a ponta dos dedos,


tanto que nem consigo pensar!


 


É a dor de ficar,


 tanta como de partir.


De nada serve implorar,


pois tenho de partir.


 


Dei-vos a ler um pouco de mim.


Falei-vos de raiva e  rancor.


P’lo meio disse assim.


Deixei-vos palavras de Amor


 


Estou cansado.


Preciso de parar.


Posso estar errado.


Mas um dia vou voltar!


 


 


Beijos e Abraços


 


gorge Assuuçu~


 

publicado por Jorge dAlfange às 00:00
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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2004

Desilusão de Nyveyda. por: Jorge Assunção - Começado em 03/02/2004

Enquanto isso:



Surpresa das surpresas


Agitou-se nervosamente e respondeu-me,
em forma de pedido:
- Não, por favor, para a embaixada e para o hospital não.
Para meu espanto,falava com sotaque brasileiro,
afinal ela entendia tudo e bem.
Olhava para mim, com um ar suplicante e assustado.
Decididamente, o que se passou com ela, deixou-a
completamente estraçalhada.
Os seus olhos bradavam em lágrimas enquanto soluçava
e entrava num choro, de criança perdida e em pânico.
Abraçou-me, suplicando que a protejesse e ajudasse.
Envolvi-a em meus braços, aconchegando-a.
Prometi a minha ajuda.
- Calma, vamos resolver tudo, vou ajudar naquilo
que estiver ao meu alcance.
O meu nome é Mário Jasuel,
sou arquitecto e faço decoração de interiores.
Tenho alguns contactos, que nos poderão dar uma ajuda.
Estás em segurança comigo, agora tenta acalmar-te.
O olhar dela sossegou, aos poucos o seu rosto serenou.
Esboçou um pequeno sorriso, ao mesmo tempo que acenava
com a cabeça concordando. Ia falar:
- Obrigado, meu nome é Nyveyda Boston, sou brasileira,
mas nasci em Paris, e tenho dupla nacionalidade.
Calou-se, notei um ar de preocupação, tornei a sossegá-la.
- Tem calma, vou pedir ajuda as duas pessoas minhas amigas.
Uma amiga de longa data, está de férias aqui em Portugal,
ela é a pessoa indicada para ficar ao teu lado, entretanto,
aposto que está junto de um profissional, necessário para
nos ajudar no campo da investigação.
Vou ligar-lhe agora mesmo.


Jorge Assunção
publicado por Jorge dAlfange às 00:07
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Quarta-feira, 11 de Agosto de 2004

Desilusão de Nyveyda. por: Jorge Assunção - Começado em 03/02/2004

Afinal era ela...


Pois, estavam á espera do quê?
Naquela situação só havia
dois resultados possíveis,
ou ela ou eu.
Resolvi em fracções de segundos,
tinha de ser eu.
"Comi a cadela, pensava eu sem preocupações".
Mas vou explicar como tudo se passou.

Ter poder é ter o que comer.
Fiquei com esta sensação quando a vi,
á entrada do meu apartamento.
Nataishnada, era filha de pai indiano e mãe belga,
uma mistura explosiva,
p´lo menos aos meus olhos e não só,
aquela mulher provocava-me sempre um rigor
abaixo do umbigo que eu não conseguia controlar,
mesmo pensando em acool a correr
sobre uma ferida aberta, ( arrepia não é? )
mas nem assim eu evitava uma forte erecção.
Beijámo-nos demoradamente, olhámo-nos,
sorrimos enquanto ela me segurava entre pernas,
esta mulher era a minha perdição,
convidei-a para entrar.
Mirei-a de alto abaixo,
estava ainda melhor do que á dois anos,
quando nos encontrámos num hotel em Berlim!
Ao contrário de hoje, na altura ela usava
cabelo muito curto, mas hoje,
aqueles longos cabelos ruivos e naturalmente ondulados,
despertavam em mim sentimentos de liberdade.
Passei demoradamente os dedos entre as madeixas,
senti o seu odor fresco, e beijámo-nos de novo.



Autor: Jorge Assunção
2004 / 01 / 27
in bondicesdobond.blogs.sapo.pt
publicado por Jorge dAlfange às 18:25
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Desilusão de Nyveyda. por: Jorge Assunção - Começado em 03/02/2004

Entretanto em Lisboa...


Nataishnada


Li os jornais que tinha a ler.
Passei no apartado, levantei o correio.
Tinha de ir ao escritório, pôr a papelada
em dia.
Hum! Que telegrama é este?
Estranho... sem remetente!?
Voltei!? Mas quem volta escreve?
Dei uma olhada nas outras cartas,
contas e mais contas...
isto está-se a compor.

De novo o telegrama, tinha menos
de quatro horas.
Foi registado no aeroporto, espera!
Será?!
Não acredito... e se for?

Cheguei ao escritório/apartamento,
a porteira nem olhou p'ra mim,
coitada da Dª Beatriz, já são três
semanas de atrazo, do aluguer,
ainda vou para a rua.
Mais dois lanços de escada, que aroma!
Este cheiro... este perfume...
lembro-me deste aroma... sim, só pode!!



autor : Jorge Assunção
2004 / 04 / 13
in Bondices do Bond
publicado por Jorge dAlfange às 00:39
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Segunda-feira, 9 de Agosto de 2004

Desilusão de Nyveyda. por: Jorge Assunção - Começado em 03/02/2004

Ao mesmo tempo, numa praia da encosta Alentejana!



O encontro.



Caminhava p'la beira-mar, quando avistei aquele corpo jazido,
como louco corri em sua direcção.
Prestei de imediato socorro de forma atabalhoada, tossiu!
Graças a Deus está viva!
Olhei-a enquanto a colocava de lado, libertou golfadas
de água entrecortadas de tosse, começando por recuperar.
A moça era muito bonita e atraente,
mas o que terá acontecido,
para aparecer aqui neste estado lastimoso?
Vou chamá-la de Nyveyda, já que é a inscrição
de baixo relevo, apresentada naquele estranho objecto,
que trás ao pescoço.
Começou a balbuciar qualquer coisa que não entendi,
parecia uma língua nativa que nunca tinha ouvido,
respondi-lhe com voz calma que estava tudo bem,
e que eu a tinha tirado da água.
Claro ela não entendia, estava confusa, em choque,
assustada, continuei a falar-lhe num tom calmo,
sossegou "et voilà "!
Ela olhou-me com os olhos bem abertos,
entendera que estava bem e salva.
Era hora de a recolher, ia levá-la a casa,
para lhe dar roupas sêcas e depois, com ela para hospital
e autoridades. Foi o que eu pensei, mas não o que se passou!
Chegámos a casa, enquanto a moça tomava um duche
procurei alguma roupa que lhe pudesse servir, ia preparar
também uma bebida de frutos para a ajudar a retemperar,
dava para ver que estava uma verdadeira lástima.
Tinha a bebida sobre a mesinha de apoio, quando ela
saiu do banho, envolta no toalhão, era linda a moça,
senti-me inseguro e saí para ela se vestir.
Ela bebeu o sumo, saiu do quarto e veio até à sala.
Então, comecei a explicar os passos a dar, e disse que o melhor
era procurarmos ajuda na embaixada do país dela.


autor: Jorge Assunção
in: O BURRO
publicado por Jorge dAlfange às 15:32
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Sexta-feira, 6 de Agosto de 2004

Desilusão de Nyveyda. por: Jorge Assunção - Começado em 03/02/2004

Capítulo primeiro.

Primeira parte. - Derrepente acabou...


Num bairro da periferia de Lisboa...


Eram cinco da matina, na pregava olho á dois dias,
aguentei-me que nem uma estátua.
Então vi o suspeito avançar, como quem na quer a coisa.
A mão direita carregava um volume. Seria? - pensava eu!
Engatei o cão da Magnum, liguei a mira laser e esperei.
Já via as feições do meliante, tez forte e carregada,
sobrancelhas quase invisíveis sobre olhos.
Epá! O gajo tem um olho de cada cor, um verde e um castanho,
fiquei admirado de o ver nitidamente á distancia de
quatrocentos metros.
Olhei para o livro de instruções,
e lá estava, nítido até quinhentos metros.
O sujeito movia-se a uma velocidade vertiginosa de caracol,
devia de estar muito cansado, ajustei o binóculo.
E espanto dos espantos, o homem estava
na frente do meu carro, sim mesmo ali! A dois metros de mim,
parado e a olhar com ar embevecido.
Derrepente acabou... Que sonho estúpido!
Levantei-me, fiz as ocupações matinais do costume
e saí porta fora.
Tinha um grande caso à minha espera,
para o fim do dia ia ter com o meu contacto.
O encontro estava marcado para um bar,
que ficava num beco, a dois quarteirões da rua onde morava.
Ainda bem, porque estava mesmo a precisar de trabalho.
Continuei avenida abaixo, comprei cigarros
e engoli o cafézinho da ordem.


Autor: Jorge Assunção
In bondicesdobond.blogs.sapo.pt

publicado por Jorge dAlfange às 21:40
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Quinta-feira, 5 de Agosto de 2004

Desilusão de Nyveyda. por: Jorge Assunção - Começado em 03/02/2004

Introdução


Esta é a história de Nyveyda.
Uma história contada em poucas palavras,
com a inovação ( pelo menos para mim )
de ser escrita online aqui no Sapo.
Relata-nos a vida de uma jovem que
em busca de sonhos,perde a esperança
na sociedade e sofre com os dissabores
de uma grande desilusão.

Os nomes dos personagens bem como
dos lugares são ficcionados, qualquer
semelhança com a realidade
é pura coincidência.

As personagens:

Nyveyda: Personagem central.
Mário Jasuel: Arquitecto, o altruista.
Jo (Bond) Sêfino: Detective
Nataishnada: Espia internacional, namorada do detective.


Jorge Assunção
publicado por Jorge dAlfange às 23:45
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Descanso na Poesia... Mas não vou de Férias!!

Meus amigos(as)
Durante alguns dias, vou dar descanso á Poesia.
Mas só á Poesia!! Não vou de férias!!

Irei apresentar-vos um conto:

A história de Nyveyda.

Conto, que ando a preparar desde Fevereiro.

Espero que gostem!

Beijinhos e abraços.

Jorge ( Bond ) Assunção
publicado por Jorge dAlfange às 12:48
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Quarta-feira, 4 de Agosto de 2004

Felicidade...

Felicidade...
o que é?
Que pérola rara
é essa que procuramos?
E por onde?

Que por mais longe,
nos possa parecer,
por ventura estará
mais perto de nós!

Felicidade,
o que é?
Que nos atrai assim,
Da alvorada
ao entardecer!
Que se esconde
num sorriso
de criança.
No olhar
de um desconhecido.

Felicidade, o que é?


autor: Jorge Assunção
2004/05/12
Postado inicialmente
em Safadinhaemuito
publicado por Jorge dAlfange às 15:08
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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2004

Demoro... em ti.

Demorando...
perco-me continuamente
em teu espaço.

Saboreio teu tempo,
teu corpo, tua alma.
Demorando...
esqueço... acordo.

Demoro...
És parte de mim,
gás transparente que respiro.
Ar da vida!

E demorando reencontro
tua calma, na minha...
Tu! Eu!
Deliciosamente...




autor: Jorge Assunção
2004/05/01
in Tou no Top
publicado por Jorge dAlfange às 17:34
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